Deveras o fim, que por fim massacra o coração,
Mas de fato é o mais sensato a fazer, continuar para que?
Se cada despedida arde, queima, além da certeza que não és
minha!
E que jamais será. Uma transa, um tchau fugitivo e nada
mais.
O sexo não oposto na oposição de representar mais valia,
Este mesmo sexo que outrora se deliciava nos por fins de
relacionamentos “normais”
E que regiam a mais devoção de submissão e por certo bem
estar aparente,
O fim de um capricho carente... Deveras ciente que não era
isso que quis!
Infelizes preces soluçantes de quem perde a pose pra amar,
E sem nenhuma conduta para isso, ela censurou meus excessos!
Submerso a emoções hipocondríacas esta este coração insano,
Totalmente dividido entre o êxtase solitário de adorar e a
convicção de caso encerrado!
Meio prazer, meio pranto, dogmas da vida publica e privada,
Oh, vida iniciada em sangue fluido e tipicamente venoso!
Deveras o fim, mas o fim de que? Se de fato não teve inicio,
tão pouco meio;
E sim “um amor “ maltratado dividido, esquartejado, amputado
em seu prisma maior!
Natália Tamara 2013
S.C.A
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